Nacional Socialismo Em Rede

Saturday, April 22, 2006

20 de Abril - 117 Anos!

Monday, April 17, 2006

A Cobardia é a Estratégia de Sobrevivência do Homem Branco! (II de X)

As mulheres sempre escolheram a covardia e o esclavagismo à guerra e à violência pela razão óbvia de serem o sexo mais fraco. E reagiram à cobardia masculina branca do único modo que podiam. Dão graxa a qualquer macho que não seja branco. E dar graxa é politicamente correcto, perfeitamente aceitável por toda a gente. A comunicação social judia (principalmente as sitcoms televisivas) ensinam às mulheres brancas como interagir “apropriadamente” com homens de cor, em qualquer situação. Interagir de um modo diferente não faz parte dos interesses próprios da mulher branca. Não é politicamente correcto. Não é bom para a sua estratégia de sobrevivência. Não se pode dar qualquer hipótese a ser-se vista como uma racista.
O meu primo, um veterano condutor de autocarros durante 35 anos, confidenciou-me: “Glenn, adivinha? Quando me reformar em Setembro vou colocar uma bandeira confederada na fachada da minha casa. A sério, Glenn. Vou mesmo fazê-lo. Não pude fazer nem dizer nada durante todos estes anos porque teria sido despedido.” (Tentei, sem sucesso, durante mais de 30 anos convencê-lo a juntar-se ou a apoiar o movimento branco).
O meu filho Jess voltou à cidade de South Sioux, no Nebraska, para visitar o seu melhor amigo. Tinham sido companheiros racistas quando ele viveu lá anos antes. O amigo do Jess agora expunha um autocolante no seu carro com os dizeres: “ERACISM” (alusão a erase – apagar – e racism – racismo). Quando Jess inquiriu porquê, ele respondeu sem qualquer vergonha, “Torna a vida muito mais fácil.”
Quando tentei iniciar conversas acerca dos problemas raciais com centenas de condutores de camiões com os quais trabalhei ou falei em zonas de descanso (1991 – 2002), a maior parte deles informava-me rapidamente: “Mas eu sou parcialmente índio.” Ser “parcialmente índio”, sabem, remove a necessidade de estar interessado nos problemas raciais que afectam as pessoas brancas. É um escape. A maior parte dos outros limitaram-se a tentar mudar de conversa. Poucos estavam dispostos a participarem numa conversa séria, e muitos ficavam agitados, mesmo fulos, porque eu insistia sempre. Consigo contar pelos dedos de uma mão o número daqueles dispostos a viajar comigo num segunda viagem.
Já todos ouvimos o álibi covarde: “Eu dou-me bem com os pretos. Desde que não me chateiem, eu não os chateio.” Quando respondemos a esse álibi com: mas os pretos violam dezenas de milhar de mulheres brancas e assaltam violentamente mais de um milhão e meio de pessoas brancas todos os anos,” (ou uma resposta semelhante), a resposta é silêncio e um olhar de veado ofuscado, seguindo-se uma perda de contacto visual e normalmente uma saída apressada. Obrigaram-no a admitir a sua covardia e ele odeia-vos por isso. Mas eu faço isto mesmo assim. Pelo menos obriga-o a mudar de álibi.
O reconhecimento da covardia branca levou, literalmente, dezenas de milhões de americanos brancos a tentarem escapar-lhe submetendo-se voluntariamente a uma metamorfose humana e a tornarem-se “parcialmente índios”. 95% deles seriam provados como mentirosos através dum simples teste de ADN, mas os seus filhos crescem a acreditar nessa mentira. Abandonar a raça branca significa não ter de lutar por ela ou defende-la seja em que instância. Uma jornalista dum jornal que conheço visitou em Springfield, no Missouri, uma turma da 4ª classe e perguntou aos cerca de 30 alunos quantos eram “brancos puros?” Só 4 alunos levantaram a mão. Springfield é 94% branca e da melhor estirpe racial de todo o país.
- Glenn Miller