Nacional Socialismo Em Rede

Friday, March 31, 2006

Apaga-se uma luz...

Jean Mabire
Paris, 8 de Fevereiro, 1927
Saint-Malo, 29 de Março, 2006

Faleceu o escritor francês Jean Mabire, da sua autoria foram editados alguns livros em Portugal: Os Samurais, Os Comandos de Caça e Os Panzers da Guarda Negra (que está ali na minha prateleira) pela Ulisseia na colecção Tropas de Choque.

Wednesday, March 29, 2006

A Cobardia é a Estratégia de Sobrevivência do Homem Branco! (I de X)

A cobardia tem sido a principal estratégia de sobrevivência do homem branco há, pelo menos, quatro décadas e isso afecta-nos a todos, em maior ou menor grau. A cobardia, sabem, torna-nos a vida mais fácil e mais segura. É politicamente correcta, é o status quo nacional, é o que se espera e é exigida pela cultura popular.
É impossível para qualquer homem branco ser um homem verdadeiro nesta cultura criada e governada por judeus que proibe os homens brancos de se unirem e de auxiliar. Os homens brancos só podem fingir que são homens e, mesmo assim, não enganam ninguém além de si mesmos. Sós não temos outra opção além da de ser um cobarde. Só quando nos unirmos em organizações brancas que se encontrem sob uma liderança forte podemos começar a recuperar a nossa masculinidade
A cobardia branca é como o proverbial elefante na cozinha sobre o qual ninguém fala. Mas está ali e toda a gente o sabe, e a cada dia que passa está mais gordo e fedorento.
Os pretos, os hispânicos e os asianos ajudam-se uns aos outros. Os brancos não o fazem. E as outras raças sabem isso. Estes factos estão profundamente entranhados na nossa mente. É a cultura americana actual, a percepção americana e um facto inalienável da vida americana. Cada homem branco é como uma pequena ilha isolada num mar de uma humanidade colorida e violenta.
Sempre que saimos de casa, todos nós sabemos muito bem que se nos envolvermos numa luta com um preto ou um hispânico (seja por que razão for) outros pretos e hispânicos irão intervir, principalmente se estivermos em vantagem sobre o nosso oponente. E também sabemos que nenhum outro branco nos irá ajudar, não importa quão brutalmente sejamos agredidos. É uma situação em que não conseguimos ganhar. E como estamos cientes deste facto em antemão falamos e agimos, automaticamente, de modo cobarde para evitar o confronto que poderá originar a luta que iremos perder. Por vezes tentamos utilizar o bom humor, rir, para dissuadir os nossos antagonistas da violência. As crianças brancas testemunham isto e assimilam naturalmente este e outros comportamentos semelhantemente cobardes.
O míudo branco vulgar que vai à escola, tão acostumado está ao machismo preto e hispânico e à cobardia branca, fica deliciado quando a sua irmã mais velha namora um preto ou um hispânico. Torna a vida escolar mais agradável. Será tratado com algum respeito. Os seus pares brancos irão até invejar a sua sorte... A insanidade racial continua e aumenta a cada geração branca que passa.
As mulheres brancas aprenderam pela experiência e pelas normas sociais que os homens brancos não irão, nem devem, protegê-las. Afinal, as mulheres libertaram-se. São nossas iguais. Os homens brancos foram libertados do seu dever histórico de defenderem as mulheres brancas. As leis do GOS (Governo de Ocupação Sionista) e o "politicamente correcto" da comunicação social judia pregam que assim seja. Defender uma mulher branca será visto como um acto racista. Os polícias que as defendam. Que interessa que milhares delas sejam violadas e centenas de milhar sejam assediadas todos os anos por pretos. Nem a comunicação social, nem os políticos e nem a sociedade fazem muito alarido acerca disto. Porque é que eu me devo arriscar. Raios, posso até ser atacado se me envolver ou mesmo se discutir este problema em público. Além disso, sempre posso arranjar uma desculpa. Jogar pelo seguro. Não me involver. Não correr riscos. Deixar que outra pessoa "o faça".
- Glenn Miller

In Memoriam

18 de Fevereiro de 1944 — 28 de Março de 2004

Monday, March 27, 2006

Waffen SS Handschar Division - lapela

Emblemas dos voluntários SS do Turquistão


Emblema dos voluntários SS do Azerbeijão

Emblema dos voluntários SS da Albânia

Significado da palavra "Heil"

A palavra alemã "Heil" utilizada na saudação "Heil Hitler" não é uma mera versão alemã da palavra portuguesa "Viva".
Quando elementos Nacional Socialistas utilizam esta saudação devem estar cientes que a mesma possui uma profunda conotação religiosa.
Esta palavra é utilizada, no seu contesto religioso, 40 ou 50 vezes na opera Parsifal de Richard Wagner.
Em alemão o adjectivo heilig deriva desta palavra. Ewiges Heil significa a salvação eterna.
Na Alemanha a saudação através da palavra "Heil" tornou-se banal entre vários grupos políticos em 1918.
No Nacional Socialismo a sua utilização era regulamentar e era normalmente utilizada na construção "Sieg Heil", que sigifica Viva a Vitória!
A primeira vez que foi utilizada pelo partido foi em Julho de 1925 numa parada com 5000 homens uniformizados em Weimar, tendo sido ritualizada e implementada desde então pelo comandante das SA Pfeffer von Salomon.
Quando Goebbels se tornou no gauleiter de Berlim em Outubro de 1926 transformou a fórmula (saudação de braço ao alto e Sieg Heil) na saudação regular entre nazis e a sua outilização tornou-se obrigatória.

Sunday, March 19, 2006

Yorktown, EUA, Junho 2005


O que é que tinha mesmo acabado em 1945?

Buckeberg, 1934

Dietrich Eckart - Poeta, Mentor e Mártir


Um papel especial era interpretado nos primeiros dias do Nacional Socialismo pelo poeta e dramaturgo Dietrich Eckart o qual provinha de Neumarkt in der Oberpfalz e se filiou no Deutsche Arbeiter Partei no verão de 1919. O apogeu do seu trabalho filosófico é a tradução Alemã da cena "Peer Gynt" de Hendrik Ibsen a qual foi editada em 1912. Eckart era também autor e editor de diversos periódicos antisemitas; por exemplo o semanário "Auf gut deutech" que era publicado desde 1919com o apoio da Sociedade Thule. Dietrich Eckart, que descobriu Hitler em Setembro de 1919, tornou-se mais tarde num amigo e professor. Ele com os seus pontos de vista nacionalista radicais, antidemocratas e antisemitas foi o exemplo ideológico de Hitler. Dietrich Eckart já estava convencido em 1920 que os Judeus tinham de ser destruidos. Eckart meteu-se em apuros quando em 1923 o procurador público decidiu durante o período da República de Weimar - o que na altura era muito comum - indiciar o escritor por difamação de carácter em ligação aos seus ataques antisemitas no na altura Reichspräsident Friedrich Eben. A causa imediata estava num panfleto em dialecto Bávaro, "Miesbacher Haberfesttreiben 1922", no qual Friedrich Ebert era apresentado como um instrumento de interesses Judeus, anti-Alemães. Dietrich Eckart não compareceu à sessão do "Leipziger Staatsgerichtshof", a qual decorreu no dia 12 de Março de 1923, portanto foi emitido um mandato de apreensão. No final de Abril tornou-se claro que a "Leipziger Kriminalpolizei" estava a procurar seriamente por Dietrich Eckart. Adolf Hitler ordenou que homens armados das SA se mantivessem em guarda em frente à sua casa mas a prisão pareceu ser apenas uma questão de tempo. Christian Weber, um dos poucos amigos íntimos de Adolf Hitler e um dos primeiros lutadores do NSDAP - era o militante número 15 -, conhecia um retiro. Ele tinha um amigo, chamado Bruno Büchner que era fiança da casa de hóspedes Moritz, a posterior Platterhof no Obersalzberg sobre Berchtesgaden, ao qual o procurado Dietrich Eckart podia ser confiado. O Chefe de Pessoal das SA, Ernst Röhm, organizou secretamente a remoção de Dietrich Eckart para Berchtesgaden. Alguns dias mais tarde Adolf Hitler visitou-o. Durante a guerra, no ano de 1941, relembrou este primeiro dia no Obersalzberg num dos seus monólogos nocturnos.
"Eu só sabia que ele se encontrava numa hospedaria acima de Berchtesgaden. Um dia em Abril pedi à minha irmã mais nova para lá ir comigo. Disse-lhe que tinha uma reunião lá com alguns cavalheiros e deixei-a em Berchtesgaden para subir com o Weber a pé. A estrada era sempre a subir e parecia interminável.' Não passava de um pequeno atalho na neve. 'Endoideces-te?', disse-lhe. Esta estrada nunca acaba? Julgas que vou escalar os Himalaias; que me transformei num camelo? Pelos céus, não conseguiste encontrar um lugar melhor? Se ainda temos muito caminho pela frente prefiro voltar, passar a noite na cidade e escalar a cidade amanhã durante o dia.' Ele: 'Não tarda nada já estamos no topo.' E subitamente vi à minha frente uma casa: a hospedaria Moritz, 'Temos quartos lá?' 'Não, mas onde não estiverem sapatos à porta, podemos entrar.' Batemos à porta. "Diedi, o Lobo está aí," Ele abriu a porta vestido com a sua camisa de noite. Comprimentamo-nos. Ele estava muito emocionado. 'A que horas tenho de me levantar amanhã de manhã?' Ele: 'Às 7.00 é a melhor hora." - Ainda não tinha observado nada da vista. Na manhã seguinte quando me levantei; já estava claro. Fui à varanda e olhei lá para fora: o que vi era maravilhoso. A vista de Untersberg, indiscritível.' Eckart já estava no rés do chão, a Frau Bücnher sorriu amigávelmente, Eckart apresentou-me aos Büchners: 'Este é o meu jovem amigo, Herr Wolf (Lobo).' Ninguém pareceu suspeitar que eu era o notório Adolf Hitler. Eckart estava lá como Doutor Hoffman."
Após a falhada marcha no Feldherrnhale, a 9 de Novembro de 1923 - para a qual Eckart havia encorajado Hitler - foi levado em custódia no dia seguinte. Devido à sua doença de coração foi solto um pouco antes do Natal. No dia 16 de Dezembro de 1923 Eckart falecia com cinquenta e cinco anos. Foi enterrado a 5 de Setembro no cemitério da montanha de Berchtesgaden. Ainda hoje é possível encontrar a sua impressionante laje tumular.
Após 1923 Adolf Hitler glorificou o seu mentor e "amigo paterno", como lhe chamava em público, ao erguer a privilegiada sala Dietrich Eckart como um memorial. Nada estava autorizado a ser modificado neste quarto. Apenas lhe foi adicionado o busto do poeta. A A Casa Castanha em Munique foi acrescentada. Quando, em 1938, se iniciou a renovação e extensão do Platterhof - os planos previam uma casa com 150 quartos e 300 camas bem como todos os outros quartos necessários - os edifícios antigos foram demolidos com a excepção do quarto Dietrich Eckart que permaneceu intocado. O novo Platterhof tinha de ser construido em volta deste quarto.
Eckart foi uma figura chave na rápida subida de Adolf Hitler. Posteriormente era frequentemente indicado como visionário porque já anunciava Adolf Hitler como futuro Führer dos Alemães ainda no estágio inícial do Movimento.
Hitler, que se considerava como um discípulo de Dietrich Eckert e exprimiu numa homília que Eckart "escreveu poemas tão belos como Goethe", honrou-o como nenhum outro dos seus antigos combatentes. No seu livro "Mein Kampf" chamava-lhe literalmente um mértir e dedicou-lhe a frase final do livro:
E entre eles quero incluir aquele homem que como um dos melhores dedicou a sua vida à ressureição do seu, nosso povo, tanto no pensamento como nos actos: Dietrich Eckart.

Pela madrugada...


Ora bem, numa noite de insónia, e não de nevoeiro, eis que surge em linha um novo blogue dedicado ao Nacional Socialismo, uma lacuna na blogosfera nacional em época de crescimento nacionalista para o qual me alertou este senhor! Eu diria mesmo que a "culpa" de surgir este blogue é dele, não imaginam o tempo que me chateou para eu me decidir a criar um blogue dedicado, por inteiro, ao Nacional Socialismo.
As actualizações serão ao sabor do vento, umas vezes muitas, outras nem tanto... dependendo do humor deste vosso soldado do IV Reich e do material disponível (mas mais do bom humor que do material).
Traduções serão o prato do dia seguidas por análises políticas vistas pelos olhos de um Nacional Socialista moderno, mas sempre ético e honrado como qualquer bom soldado político, imagens, quiçá algumas músicas... o tempo o dirá!